Pular para o conteúdo principal

Aplicações do dia a dia e suas arquiteturas de funcionamento no âmbito das Redes de Computadores


No dia a dia a gente usa uma infinidade de aplicações que necessitam de comunicação com a Internet. Conversas via WhatsApp, trocas de e-mails, seriados e filmes pela Netflix, transações bancárias e vários outros exemplos que, muitas vezes, passam despercebidos. 

Quando estudamos Redes de Computadores, vemos que, em teoria, uma aplicação pode estar baseada em três modelos de arquitetura de aplicação. Eles são bem simples de entender: 

  • Cliente-servidor: ocorre quando um dispositivo Cliente consome um serviço ou recurso disponibilizado por um dispositivo Servidor. A grande maioria das aplicações utiliza este modelo;
  • Peer-to-peer (P2P): quando os dispositivos comunicam-se diretamente uns com os outros, sem uma divisão fixa entre Cliente e Servidor;
  • Híbrida: uma mistura dos modelo Cliente-Servidor e P2P.

O novo estudo de caso desenvolvido para meus cursos de ensino de redes foca nas arquiteturas de aplicação por meio da observalçai de algumas aplicações comuns do dia a dia. Acompanhe:

Veja outros estudos de caso clicando aqui.

Comentários



Postagens mais visitadas deste blog

Você sabe o que é Computação em Névoa?

Provavelmente você já ouviu falar sobre a "nuvem". Segundo a Wikipédia, a computação em nuvem  é "a disponibilidade, sob demanda, de recursos computacionais, especialmente armazenamento e processamento de dados, sem o gerenciamento ativo direto do utilizador." Este é um termo bastante conhecido e que já faz parte do nosso dia a dia, provendo serviços e aplicações de vasto uso, como, por exemplo, o Google Drive, o Trello ou dando suporte a aplicativos de celular como Uber e iFood. Agora, pergunto: você já ouviu falar em computação em névoa ? É isso mesmo que você leu: névoa (ou neblina) . Trata-se de um novo paradigma na área de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos, inventado em 2012, que tem ganhado espaço para o suporte a aplicações muito importantes, como a Internet das Coisas. Venha saber um pouco mais sobre a tal Computação em Névoa assistindo ao Estudo de Caso que liberei como material integrante do Curso Aberto de Redes: Ei! Você, educador ou educado

Como adicionar a sua assinatura digitalizada a documentos PDF sem imprimí-los | Dicas #COVID19

Em tempos de home office, alguns documentos que tradicionalmente precisam de assinatura à mão precisam ser revistos. Eu sou um apoiador de alternativas mais sustentáveis, mas, em alguns casos, a única saída é imprimir o documento, assinar, escanear e enviar por e-mail.  IMPORTANTE!  Antes de mais nada, este post não ensina como fazer assinaturas digitais ou eletrônicas em documentos PDF. Os passos aqui apresentados apenas ensinam a inserir uma assinatura digitalizada (escaneada) em um documento, a qual não tem valor jurídico. Para saber mais sobre as diferenças entre esses tipos de assinatura, acesse este link . Os leitores de PDF mais modernos permitem que você faça o preenchimento e assine documentos sem a necessidade de imprimí-los. O procedimento abaixo foi feito no Adobe Reader (versão gratuita), mas certamente você encontra a função de assinatura em outros softwares. Abra o documento que você precisar preencher e/ou assinar; Na barra lateral direita, clique em "

Como acessar artigos científicos gratuitamente sem estar na rede da sua instituição de ensino?

" Artigo científico é o trabalho acadêmico ou científico que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados sucintos de uma pesquisa realizada de acordo com o método científico ou inferência conforme a hermenêutica das humanidades, cujo conhecimento produzido é aceito por uma comunidade de pesquisadores. Por esse motivo, considera-se científico o artigo que foi submetido a exame por outros cientistas, que verificam as informações, os métodos e a precisão lógico-metodológica das conclusões ou resultados obtidos." (Fonte: Wikipédia ) O acesso a artigos científicos publicados por importantes revistas e editoras tem, quase sempre, algum custo associado. Recentemente, tem se tornado comum a publicação de artigos no modo Open Access (acesso aberto), o qual não requer que seus leitores façam qualquer tipo de pagamento ou cadastro, mas que só é publicado mediante o pagamento de altas taxas , recurso que nem todo pesquisador tem ao seu alcance. Alunos co